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Robert C. Solomon
Universidade do Texas, Austin
Tradução de Alexandra Abranches
Artigo retirado de A Companion to Ethics, org. por Peter Singer (Blackwell, 1993)
Copiado do site português www.criticanarede.com , especializado em Filosofia e Ética (28/06/2005)
 
SUMÁRIO : 1. Introdução 2. Uma história concisa da ética empresarial 3. O mito do lucro como objetivo 4. Outros mitos e metáforas dos negócios 5. Ética micro, macro e molar 6. A empresa na sociedade: a ideia de responsabilidade social 7. Obrigações para com os stakeholders: consumidores e comunidade 8. O indivíduo na empresa: responsabilidades e expectativas
 
1. Introdução
A ética empresarial ocupa uma posição peculiar no campo da ética "aplicada". Tal como os seus equivalentes em profissões como a medicina e o direito, consiste numa aplicação duvidosa de alguns princípios éticos muito gerais ("dever" ou "utilidade", por exemplo) a situações e crises bastante específicas e muitas vezes únicas. Mas, ao contrário destas aplicações, a ética empresarial trata de uma área do empreendimento humano cujos praticantes, na sua maioria, não gozam de um estatuto profissional, e de cujos motivos muitas vezes se pensa (e se diz) serem muito pouco nobres. A cobiça (anteriormente "avareza") é muitas vezes citada como o único motor da vida empresarial, e muita da história da ética empresarial é, consequentemente, pouco lisonjeira para a actividade empresarial. Num certo sentido, podemos seguir o percurso desta história até à época medieval e antiga, quando, além dos ataques à actividade empresarial que encontramos na filosofia e na religião, pensadores tão práticos como Cícero prestaram uma atenção cuidada à questão da equidade nas transacções comerciais correntes. Mas para muita desta história também, a atenção centrou-se quase totalmente sobre esse tipo de transacções particulares, rodeando este campo de um forte sentido de ad hoc, uma prática alegadamente não filosófica e afastada a maior parte das vezes por ser "casuística".


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30/6/2005


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